quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Vaga professor de inglês

Wordmagic centro de idiomas contrata:

Professores (as) de inglês para aulas in company.

  • Desejável experiência com aulas em empresas
  • domínio da abordagem comuinicativa
  • graduado em letras, fluência nativa
Horários: manhã, tarde e noite

Oferecem: treinamento, hora/aula acima do mercado + benefícios (saúde e dental)

Enviar CV para: idiomas@wordmagic.com.br

Tradutor do Google ganha aplicativo oficial para iPhone

O Google disponibilizou na noite de ontem (9) o aplicativo oficial de sua ferramenta de tradução para iPhones. Os usuários do aparelho já podiam utilizar o recurso desde agosto de 2008, contudo, apenas por uma versão mais restrita do aplicativo acessada pela web. O aplicativo é gratuito e já está disponível por meio da App Store.

Novo aplicativo tem todos os recursos da versão web do Google Translate, mas oferece novo design e mais funções.
Claudia Tozetto, iG São Paulo

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Livros, filme e peça marcam centenário de Elizabeth Bishop

Num dos seus mais celebrados poemas, "One Art", Elizabeth Bishop (1911-1979) escreve: "A arte de perder não é nenhum mistério;/ tantas coisas contêm em si o acidente/ de perdê-las, que perder não é nada sério".


Hoje, quando se completa o centenário de nascimento da poeta americana, os leitores brasileiros perdem um pouco de sua obra, que está fora de catálogo no país, sem previsão de reedição.

Livros de Bishop só se encontram em sebos.

Mas, lembra ela, não é nada sério.

Para o tradutor Paulo Henriques Britto, que verteu para o português boa parte da obra da autora (inclusive o verso que abre este texto), a ausência de Bishop das prateleiras não surpreende, dada a falta de interesse dos brasileiros por poesia.

Britto diz que "os leitores de poesia nesta terra são tão poucos que não compensa fazer reedições". "Quantos leitores regulares de poesia haverá no Brasil? Creio que não chegam a mil."

Os anos 90 do século passado apontaram para uma renovação do interesse por Bishop, quando a Companhia das Letras, a última editora a ter os direitos de publicação de sua obra, editou cinco títulos.

LANÇAMENTOS

Nos Estados Unidos, onde o reconhecimento de Bishop como poeta fundamental do século 20 cresceu desde a morte dela, acabam de sair três livros: novas antologias de poesia e de prosa e a correspondência da escritora com a revista "New Yorker".

Organizador da antologia em prosa e um dos principais estudiosos da obra de Bishop, de quem foi amigo, o poeta e professor Lloyd Schwartz se disse "chocado" em saber que a "excelente tradução" de Britto está fora de catálogo.

"De qualquer forma, a publicação, pela mesma editora [Companhia das Letras], de duas traduções de um grande poeta estrangeiro [a outra, anterior à de Britto, foi de Horácio Costa] no espaço de uma década seria algo inédito nos EUA", afirmou Schwartz à Folha.

"Quem sabe o centenário não estimule a Companhia das Letras a reeditar a tradução de Brito?"

A Companhia diz que discute a reedição.

A Leya do Brasil promete publicar em junho o romance "The More I Owe You", de Michael Sledge, baseado no relacionamento de Bishop com a brasileira Lota de Macedo Soares, no período em que a escritora viveu aqui, entre 1951 e o início dos anos 70.

No cinema, está em fase de produção "A Arte de Perder", de Bruno Barreto, com Glória Pires no papel de Lota. O filme é baseado no livro "Flores Raras e Banalíssimas", de Carmen Oliveira.

Outra obra nacional a respeito da poeta, a peça "Um Porto Para Elizabeth Bishop", de Marta Góes, deve reestrear em maio.

Um dos destaques da nova edição americana da prosa de Bishop é a publicação do texto original de um livro sobre o Brasil escrito sob encomenda para a coleção Time Life World Library em 1962.

Segundo Schwartz, na época a editora edulcorou a versão da escritora. "Ela detestou a edição que fizeram. A versão original é muito mais positiva a respeito do modo como o Brasil encarava os seus problemas, em comparação aos EUA, especialmente em questões de raça."

Mas a relação de Bishop com o país onde viveu seus dias mais felizes era ambígua. Deplorava o atraso e o provincianismo locais.

Numa carta ao amigo e poeta Robert Lowell, publicada em "Words in Air - The Correspondence Between Elizabeth Bishop and Robert Lowell" (Farrar, Straus and Giroux, US$ 26), escreve: "O Brasil é mesmo um horror".

Faltam tradutores para atuar em 2014

O destaque do país no cenário internacional, a expectativa do aumento do volume de negócios com a proximidade da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos e a falta de gente com formação e experiência técnica têm feito com que os bons tradutores sejam disputados e valorizados nas companhias especializadas.

De acordo com dados da empresa americana de pesquisa Common Sense Advisory, que faz levantamentos periódicos sobre o mercado de tradução em todo o mundo, no Brasil, a expectativa é de que os negócios cresçam acima da média global em 2011, que atualmente é de 13% ao ano. "O mercado brasileiro ainda está longe de atingir o seu auge", afirma Don de Palma, Chief Research Officer da empresa. O desafio para as companhias de tradução, segundo ele, será combinar investimentos em tecnologia e capital humano para sustentar esse crescimento.

Para Ricardo Schmitman, sócio da BCI Traduções, o grande nicho de mercado para os profissionais são as traduções especializadas. Com bancos e instituições de mercado financeiro representando a grande maioria do clientes, a empresa contabilizou um aumento de 46% em seu faturamento em 2010. O crescimento trouxe demanda por tradutores -e valorização dos salários desses profissionais. "São pessoas que precisam ser literalmente garimpadas, pois devem ter experiência no mercado para o qual vão traduzir, além de um profundo conhecimento do idioma", afirma.

O profissional mais comum, segundo Schmitman, tem graduação específica- as mais desejadas nos serviços para o mercado financeiro são na área de direito, economia e engenharia - ou experiência em empresas do setor. No entanto, não existe uma formação ideal para um bom tradutor, nem mesmo os cursos de letras ou tradução e interpretação. "Em tese, qualquer um pode ser tradutor, independentemente da formação acadêmica", diz Maria Luiza Brilhante de Brito, diretora do curso de especialização de tradutores DBB.

No mercado desde 1989 oferecendo treinamentos para tradutores, ela afirma que, mesmo com o ensino teórico, o que forma um bom profissional é a prática.

A tradutora Maria Cristina Vondrak é um exemplo. Formada em economia, ela trabalhou na área financeira em empresas americanas, voltou ao Brasil para atuar em uma consultoria de recursos humanos, mas acabou se especializando em tradução de textos em inglês para o mercado financeiro. Depois de 25 anos como executiva, a mudança de carreira foi motivada pela busca por qualidade de vida. "Tenho autonomia e posso trabalhar em casa. O volume de trabalho até aumentou, mas escolho clientes e faço meu horário."

A aposta deu retorno. Maria Cristina conta que sua remuneração como tradutora, depois de 15 anos de mercado, é a mesma de um alto executivo.

Ricardo Schmitman, da BCI Traduções, afirma, porém, que a média salarial de um bom tradutor, com experiência e especialização, pode variar entre R$ 8mil e R$ 10 mil.

A qualidade de vida, no entanto, é apenas uma parte positiva da rotina de um tradutor, que é bem diferente do dia a dia de um executivo de uma empresa.

Ulisses Wehby, sócio da Tecla Sap, empresa especializada em tradução simultânea, conta que a maioria dos profissionais são autônomos, o que significa não ter garantia de emprego.

Mesmo em tempos de mercado aquecido, os trabalhos são sazonais. "Já tive oportunidade de fazer três eventos em um dia. Em outros momentos, passei semanas sem trabalhar", conta.

A entrada de jovens intérpretes, sem experiência nesse mercado, é problemática, segundo ele. "São pessoas que, para ganhar competitividade, chegam a cobrar 20% a 30% menos que um profissional qualificado pede".

Mas esses profissionais serão necessários para atender a grande demanda prevista para os próximos anos, principalmente para os eventos esportivos que o Brasil sediará. Fabiano Cid, diretor executivo da Ccaps, empresa de tradução, afirma que uma dica para os jovens é investir em uma área de especialização. "Não adianta tentar ser generalista para ganhar mais".

Thiana Donato, diretora da All Tasks, empresa de tradução com uma equipe de quase 400 pessoas, afirma estar preocupada com o crescimento da procura no futuro. "Já começamos a receber grandes projetos desde o ano passado relacionados à Copa e Olimpíada. Estamos prevendo uma necessidade de intérprete que não será suprida", diz.

A demanda, segundo, ela, será para todos os idiomas. A All Tasks, que entrou no mercado oferecendo serviços de tradução para 26 línguas, hoje traduz para aproximadamente 30 idiomas. Embora o inglês e o espanhol sejam responsáveis pela maior parte da procura, a diretora acredita que o chinês deve entrar com mais força nos serviços das empresas para os próximos anos. No entanto, essa ainda é só uma expectativa.

Vívian Soares, de São Paulo





terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Prova de Credenciamento de Tradutores 2011 - ABRATES

A prova para credenciamento será realizada no dia 26 de março de 2011 (sábado). Os interessados devem entrar em contato com a secretaria através do e-mail: secretaria@abrates.com.br  ou pelo telefone: (21) 2522-1083, o mais breve possível.

A prova deverá ser realizada nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Porto Alegre e Belo Horizonte, dependendo do número de interessados inscritos.

O local e o horário das provas serão informados oportunamente.

Traduire - Translation is the focus in the final part of Nurith Aviv's documentary trilogy exploring language and linguistics

Jaques Mandelbaum

If there is one field that has not waited for the global market before dispersing worldwide it must be knowledge. People from all backgrounds have been sharing and disseminating learning for ages. Among their number, one particular category – translators – stands out, for without them such exchanges could not happen. In her latest film Nurith Aviv focuses on these passionate bridge-builders, men and women who shun the limelight to spread the written word.


Aviv was born in Israel and started working as a lead camera operator in 1969. Since 1989 she has devoted all her time to documentaries and in the last 10 years she has concentrated on written and spoken Hebrew, and all it involves beyond the reach of linguistics.

The first part of this project, completed in 2004, was Misafa Lesafa: From Language to Language. In it she talked to academics, writers and artists who, as is commonplace in a country with so many immigrants, had plenty to say about being bilingual and belonging to two cultures. This was followed, in 2008, by Langue Sacrée, Langue Parlée (sacred language, spoken language), which analysed the ambivalence of Hebrew, a modern vernacular reconstructed on the basis of a language that had long been set aside for study of the scriptures.

One of the principal merits of the first two parts of this trilogy was to remind us how much language, and consequently its speakers, are coloured by strangeness and open to outside influences: in short, language is both a crucible of meanings and a challenge to purity. Traduire (translate), which rounds off the project, continues this fine endeavour. Aviv talks to various Hebrew translators, modest titans labouring to open up new routes for a language that is historically, theologically and politically loaded.

More than 2,000 years after the first attempt (the Septuagint, the Hellenic Greek translation of the Old Testament by Jews in Alexandria), Hebrew translation is still a major challenge. Our admiration for those who engage in this task is all the greater.

In Brest, France, Sandrick Le Maguer is working on the Midrash (a Jewish commentary on biblical texts) in an effort to throw new light on the Gospel. In Boston, Massachusetts, Angel Saenz-Badillos is investigating the Iberian sources of medieval poets of the Spanish golden age. In Malakoff, west of Paris, Itskhok Niborski is compiling a dictionary of Hebrew idioms in Yiddish. Meanwhile in Tel Aviv, Sivan Beskin is trying to translate the work of the poet Lea Goldberg (1911-1970), a native of Lithuania, back into her mother tongue.

Aviv films these encounters carefully, taking time to listen to each translator in the half-light of their offices, bringing surprisingly passionate ideas to the surface. In Barcelona, Manuel Forcano, who has translated the poet Yehuda Amichai (1924‑2000) into Catalan, acknowledges that the writer has influenced his own poetry. In Acre, Ala Hlehel, the Palestinian translator of the playwright Hanoch Levin (1943-99), explains how he must "murder the language of the father" to render the concise Hebrew wording into flowery classical Arabic.

Traduire, a polyglot exploration of the flesh of language, finds room in its erudite enterprise to explore sensibilities.

This article originally appeared in Le Monde


The guardian

Vaga de tradutor na equipe de Vampire Diary

Se você é fã de Vampire Diaries, veja esta oportunidade.


Tradutores – responsáveis pela tradução de textos como matérias, contos, entrevistas, sinopses, etc. Como a maioria dos textos relacionados à série são oriundos de fontes da língua inglesa, é de extrema importância que o tradutor seja fluente nessa língua. Do mesmo modo é muito importante que o tradutor tenha conhecimento do Português culto.


Veja os detalhes