CAIRO (Reuters) – An Egyptian author said on Saturday he would take legal action against the publishers of an unauthorized Hebrew translation of his bestselling novel, released without his permission by a Jerusalem-based group.
The Israel-Palestine Center for Research and Understanding said it had translated Alaa al-Aswany's novel "The Yacoubian Building" and was offering it to readers for free, to "expand cultural awareness and understanding."
In a statement available online, the group said Aswany had refused to give permission for an authorized translation of the novel into Hebrew. The 2002 novel, which has been translated into 32 languages and distributed over 100 countries, offers a scathing critique of Egyptian society in the 1950s.
"This is a severe violation of my copyrights," Aswany told Reuters by telephone. "The Yacoubian Building was translated, published and distributed for free without my permission."
Ansary would not say whether he would ever allow an authorized translation of the novel into Hebrew, but said publishing a translation without his permission amounted to "intellectual theft."
"Intellectual property of Arab writers is not up for grabs," Aswany said. "Israel radio has broadcast Egyptian songs without paying royalties. Songs of (Egyptian singer) Umm Kulthum are broadcast every day for free on Israeli radio without respecting copyrights. This would never happen to Frank Sinatra songs."
Egypt signed a peace agreement with Israel in 1979, but ties have often been chilly.
(Writing and reporting by Marwa Awad; Editing by Peter Graff)
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Pen prize - Writers in Translation
We are delighted to announce our new prize for translated literature, to celebrate the fifth anniversary of Writers in Translation. The English PEN Literature in Translation Award, voted for by the English PEN Writers in Translation Committee, will be presented on Monday 8th November 2010 at a reception to be held at the Free Word Centre in Farringdon, London.
The winner of the inaugural English PEN Literature in Translation Award is Putin's Russia by Anna Politkovskaya, an unsparing dissection of the corruption, cronyism, violence and fraud perpetrated under Putin's presidency. The book was banned in Russia; two years after its UK publication, in October 2006, Politkovskaya was shot dead in the stairwell of her Moscow apartment block.
The Writers in Translation Committee has chosen Putin's Russia for its intelligence, lucidity, fearless commitment to the higher ideals of freedom of speech, and the quality of its translation. The prize fund will be divided between the estate of Anna Politkovskaya and the book's translator, Arch Tait. The Committee also commends The Harvill Press (now Harvill Secker) for its strong publicity and marketing campaigns in support of the book.
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The winner of the inaugural English PEN Literature in Translation Award is Putin's Russia by Anna Politkovskaya, an unsparing dissection of the corruption, cronyism, violence and fraud perpetrated under Putin's presidency. The book was banned in Russia; two years after its UK publication, in October 2006, Politkovskaya was shot dead in the stairwell of her Moscow apartment block.
The Writers in Translation Committee has chosen Putin's Russia for its intelligence, lucidity, fearless commitment to the higher ideals of freedom of speech, and the quality of its translation. The prize fund will be divided between the estate of Anna Politkovskaya and the book's translator, Arch Tait. The Committee also commends The Harvill Press (now Harvill Secker) for its strong publicity and marketing campaigns in support of the book.
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quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Crime e castigo: Como traduzir Dostoievsky pode ter tudo a ver com as convulsões da Europa do século XX
Basta olhar para a espessura dos volumes: Crime e Castigo, O Idiota, Os Irmãos Karamazov, O Adolescente, Os Demónios. São "os cinco elefantes" do título do documentário de Vadim Jendreyko, os cinco romances de Fyodor Dostoievsky dos quais Svetlana Geier diz que não se traduzem com impunidade
É aí que se ganha, definitivamente, o terceiro grande filme da competição do DocLisboa, a par de "Last Train Home" e "Nostalgia de la Luz": no momento em que a tradutora Svetlana Geier sintetiza, numa frase perfeita, a sua própria vida. Nada se faz com impunidade - e o que começa por ser um filme sobre a tradução como arte torna-se uma viagem ao coração negro da Europa do século XX que foi a II Guerra Mundial, com a tradutora como personagem, mais do que simples testemunha, das convulsões sociais e políticas que afectaram o continente.
Viúva com bisnetos, matriarca de um clã centrado na cidade alemã de Freiburg, Geier dá aulas e traduz pacientemente, sem computadores nem prazos, ditando a uma secretária que dactilografa directamente à máquina, revendo à mão com lápis à medida que um amigo lê em voz alta o rascunho. Mas um acidente familiar e um convite para ir à sua Ucrânia natal dar aulas abre as comportas do seu passado: desde 1943, ano em que emigrou para a Alemanha com a mãe, que esta filha de um agricultor que sobreviveu às purgas de Estaline não regressava a Kiev.
E não há racionalização sobre o pragmatismo da sobrevivência que a faça esquecer os mortos que a marcaram: a amiga judia massacrada pelos nazis em Babi Yar, o alto dignitário alemão que sacrificou o seu posto na hierarquia nazi para garantir o seu visto de residência, o pai que morreu das consequências do seu internamento depois de lhe contar todos os horrores pelos quais passou e que ela bloqueou numa memória a que não consegue aceder.
"The Woman with the 5 Elephants" não julga: o julgamento está nos olhos e na expressão de Svetlana Geier, filmados com respeito, pudor e delicadeza pela câmara sempre atenta de Vadim Jendreyko. Regista, apenas, a luta de uma mulher que está a fazer as pazes com o seu passado. Uma mulher para quem "as línguas não são compatíveis" mas "a linguagem é um remédio muito eficaz", para quem "a razão oferece sempre uma razão para tudo", mas "não há fins que possam alguma vez justificar os meios". É possível haver castigo sem crime?
Jorge Mourinha
Competição internacional "The Woman with the 5 Elephants", de Vadim Jendreyko. Cinema São Jorge, hoje às 19h30
É aí que se ganha, definitivamente, o terceiro grande filme da competição do DocLisboa, a par de "Last Train Home" e "Nostalgia de la Luz": no momento em que a tradutora Svetlana Geier sintetiza, numa frase perfeita, a sua própria vida. Nada se faz com impunidade - e o que começa por ser um filme sobre a tradução como arte torna-se uma viagem ao coração negro da Europa do século XX que foi a II Guerra Mundial, com a tradutora como personagem, mais do que simples testemunha, das convulsões sociais e políticas que afectaram o continente.
Viúva com bisnetos, matriarca de um clã centrado na cidade alemã de Freiburg, Geier dá aulas e traduz pacientemente, sem computadores nem prazos, ditando a uma secretária que dactilografa directamente à máquina, revendo à mão com lápis à medida que um amigo lê em voz alta o rascunho. Mas um acidente familiar e um convite para ir à sua Ucrânia natal dar aulas abre as comportas do seu passado: desde 1943, ano em que emigrou para a Alemanha com a mãe, que esta filha de um agricultor que sobreviveu às purgas de Estaline não regressava a Kiev.
E não há racionalização sobre o pragmatismo da sobrevivência que a faça esquecer os mortos que a marcaram: a amiga judia massacrada pelos nazis em Babi Yar, o alto dignitário alemão que sacrificou o seu posto na hierarquia nazi para garantir o seu visto de residência, o pai que morreu das consequências do seu internamento depois de lhe contar todos os horrores pelos quais passou e que ela bloqueou numa memória a que não consegue aceder.
"The Woman with the 5 Elephants" não julga: o julgamento está nos olhos e na expressão de Svetlana Geier, filmados com respeito, pudor e delicadeza pela câmara sempre atenta de Vadim Jendreyko. Regista, apenas, a luta de uma mulher que está a fazer as pazes com o seu passado. Uma mulher para quem "as línguas não são compatíveis" mas "a linguagem é um remédio muito eficaz", para quem "a razão oferece sempre uma razão para tudo", mas "não há fins que possam alguma vez justificar os meios". É possível haver castigo sem crime?
Jorge Mourinha
Competição internacional "The Woman with the 5 Elephants", de Vadim Jendreyko. Cinema São Jorge, hoje às 19h30
terça-feira, 19 de outubro de 2010
U.S. Government Funding Translation of Marquis de Sade
The U.S. government is funding a translation of a novel by the Marquis de Sade that, according to the National Endowment for the Arts, “is replete with Sade's black humor, unique philosophy, and original thought.”
The term “sadism,” which Merriam Webster’s dictionary defines as “a sexual perversion in which gratification is obtained by the infliction of physical or mental pain on others,” is derived from Sade’s name because of his notoriety for engaging in such behavior and celebrating it in his writings.
Sade, who lived in France from 1740 to 1814, wrote the novel in question, Aline and Valcour, when imprisoned in the Bastille. It was published in French in 1795.
The $12,500 NEA grant to translate this work into English went to author John Galbraith Simmons, who told CNSNews.com: “Sade is a figure who belongs with Shakespeare, with the greatest of authors.” Simmons is undertaking the translation with his wife, Jocelyne Geneviève Barque
CNSNews
The term “sadism,” which Merriam Webster’s dictionary defines as “a sexual perversion in which gratification is obtained by the infliction of physical or mental pain on others,” is derived from Sade’s name because of his notoriety for engaging in such behavior and celebrating it in his writings.
Sade, who lived in France from 1740 to 1814, wrote the novel in question, Aline and Valcour, when imprisoned in the Bastille. It was published in French in 1795.
The $12,500 NEA grant to translate this work into English went to author John Galbraith Simmons, who told CNSNews.com: “Sade is a figure who belongs with Shakespeare, with the greatest of authors.” Simmons is undertaking the translation with his wife, Jocelyne Geneviève Barque
CNSNews
Primavera dos Livros 2010
Primavera dos Livros homenageia o Rio de Janeiro em sua 10ª edição
Entre 21 e 24 de outubro, o Museu da República será cenário da 10ª Primavera dos Livros, o maior encontro de editoras independentes do país. O evento, que acontece pela quarta vez consecutiva nos jardins do Palácio do Catete, terá como tema principal o Rio de Janeiro, em um momento em que olhares do mundo inteiro estão voltados para a cidade.
Promovida pela Libre (Liga Brasileira de Editoras), a Primavera dos Livros busca fomentar a troca de ideias e contribuir para o fortalecimento da cultura nacional. Ao todo, serão cerca de 90 editoras independentes participantes e um catálogo de 10 mil títulos à disposição do público. A expectativa da organização é que 30 mil pessoas circulem pelos jardins do Palácio do Catete nos quatro dias de evento. Além de oferecer descontos de até 40% sobre o preço de capa, a Primavera dos Livros contará com a presença dos editores nos estandes, possibilitando uma maior integração com o público.
Veja a programação
Entre 21 e 24 de outubro, o Museu da República será cenário da 10ª Primavera dos Livros, o maior encontro de editoras independentes do país. O evento, que acontece pela quarta vez consecutiva nos jardins do Palácio do Catete, terá como tema principal o Rio de Janeiro, em um momento em que olhares do mundo inteiro estão voltados para a cidade.
Promovida pela Libre (Liga Brasileira de Editoras), a Primavera dos Livros busca fomentar a troca de ideias e contribuir para o fortalecimento da cultura nacional. Ao todo, serão cerca de 90 editoras independentes participantes e um catálogo de 10 mil títulos à disposição do público. A expectativa da organização é que 30 mil pessoas circulem pelos jardins do Palácio do Catete nos quatro dias de evento. Além de oferecer descontos de até 40% sobre o preço de capa, a Primavera dos Livros contará com a presença dos editores nos estandes, possibilitando uma maior integração com o público.
Veja a programação
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Cadernos de Tradução - Novo número
Criada em 1996 por professores da Universidade Federal de Santa Catarina, a revista Cadernos de Tradução é atualmente uma publicação de periodicidade semestral da Pós-Graduação em Estudos da Tradução, e publica artigos, entrevistas e resenhas relativos à tradução (análise, teoria, história). Atualmente, Cadernos de Tradução representa um reconhecido fórum nacional e internacional da discussão de pesquisas na área Estudos da Tradução. Em 2009, a revista Cadernos de Tradução foi avaliada no Qualis com conceito A2, e consta na indexação da UMIST (2001) e do MLA (2002). Por meio da divulgação de artigos, resenhas e entrevistas, Cadernos de Tradução objetiva participar do debate nacional e internacional sobre a fascinante e grandiosa tarefa do tradutor, que desempenha um papel central na organização da cultura.
Leia o novo número
Leia o novo número
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Dá para confiar nos serviços de tradução online? Confira testes
Algo que a internet possibilitou foi a quebra parcial da barreira de línguas na própria rede. Hoje em dia qualquer usuário pode virar “poliglota” dando um Ctrl + C em um texto de língua estrangeira e, na sequência, um Ctrl + V em algum serviço de tradução online. Porém, será que sites como Google Tradutor, Bing Translator, da Microsoft, e Babel Fish, do Yahoo, são mesmo dignos da confiança daqueles que abandonaram o curso de inglês (espanhol, alemão, francês, italiano...) pela metade?
Eles podem ser úteis, sim, desde que o usuário esteja familiarizado com a língua e com o contexto do conteúdo. Isso porque, dependendo da situação, os tradutores não conseguem identificar o significado verdadeiro das palavras. Nos testes feitos pelo UOL Tecnologia, por exemplo, o termo “how many”, em inglês, foi traduzido por alguns serviços “como muitos”. No entanto, o significado correto da expressão é “quantos”.
Para mostrar as bolas dentro e as mancadas dos serviços de tradução online, foram consultados três especialistas: um em alemão, um em espanhol e um em inglês. Cada um sugeriu sentenças simples e complexas para ver como os serviços se saíam.
Confira no uol
Eles podem ser úteis, sim, desde que o usuário esteja familiarizado com a língua e com o contexto do conteúdo. Isso porque, dependendo da situação, os tradutores não conseguem identificar o significado verdadeiro das palavras. Nos testes feitos pelo UOL Tecnologia, por exemplo, o termo “how many”, em inglês, foi traduzido por alguns serviços “como muitos”. No entanto, o significado correto da expressão é “quantos”.
Para mostrar as bolas dentro e as mancadas dos serviços de tradução online, foram consultados três especialistas: um em alemão, um em espanhol e um em inglês. Cada um sugeriu sentenças simples e complexas para ver como os serviços se saíam.
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